Não posso deixar de compartilhar com vocês este texto, que traduz claramente o que penso quanto a uma mentira chamada democracia brasileira. É triste a falta de vergonha, a malandragem com que eles vem agindo oculta e sinistramente quanto às questões governamentais. Mas por onde eu passo, tenho conversado com pessoas que estão conscientes quanto á isto, que estão indignadas e é disso que precisamos para fazer a mudança, conversar, questionar, provocar a reflexão positiva! Poderiamos anular esta eleição se colocassemos nossas bocas no trombone, é um direito nosso, mas "Eles" não divulgam esta possibilidade, pra que defender nossos interesses? É importante se informar, ler, procurar saber dos planos de governo, avaliar, entender o que os candidatos ja fizeram e no que se envolveram tanto para nos ajudar quanto para nos prejudicar. É nosso dever nos informarmos uma vez que nós somos obrigados a participar deste evento que elegerá quem conduzirá nosso barco, e não temos opções claras, não podemos dizer o que queremos, enfim.. Que Democracia? por Eduardo Marinho:
"O estado democrático é uma falácia, um engodo, uma farsa, uma fraude. É a ditadura do poder econômico, o domínio das estruturas sociais pelo mercado financeiro e pelas grandes empresas. A administração pública, a começar pelos três poderes, executivo, legislativo e judiciário, está dominada pela influência de uma minoria ínfima da população, desviando as prioridades do estado para os seus interesses econômicos, negligenciando as funções principais de servir à coletividade como um todo.
Mantém-se o povo ignorante, desinformado, desmoralizado e amedrontado. Ignorante, negando-lhe uma educação que mereça esse nome; desinformado, controlando a mídia e as comunicações, deturpando informações, omitindo, distorcendo, de acordo com o interesse dos poucos que dominam; desmoralizado, criminalizando qualquer movimento que agregue, esclareça, conscientize e defenda a maioria, dividindo e isolando os indivíduos com a ideologia da competição e do consumo compulsivo através de uma publicidade massacrante, repetitiva, insidiosa, desonesta; amedrontado, entre a exclusão social e o aparato da “segurança pública”.
Periodicamente, alimenta-se a farsa, simulando-se eleições “democráticas”, obrigando à votação em massa, após campanhas publicitárias milionárias, mentirosas, onde o único compromisso que se pensa em honrar é com os financiadores dessas campanhas, esquecendo-se os eleitores. São estatísticas.
O povo, sabotado em instrução, em informação, em consciência, em dignidade, não consegue discernir para escolher, não percebe o jogo de interesses ao qual é submetido. Muitos entram no jogo, negociam vantagens, migalhas... e sustentam o controle do jogo. Outros, não querem “nem saber de política”, querem é consumir, desfrutar, possuir, ostentar, ainda que seja sua própria miséria, sua própria pobreza mal disfarçada, sua média classe, sua mediocridade. São os prisioneiros da publicidade, dependem de estímulos externos para sentirem alguma razão no existir. São a grande maioria das pessoas.
Há outros e muitos tipos, mas poucos interessados no que fazem nossos empregados – os políticos, executivos e funcionários públicos em cargos de chefia - e como controlá-los e mantê-los a serviço da coletividade como um todo, priorizando as situações de fragilidade e não os interesses dos mais ricos entre os mais ricos.
Que não me venham falar em democracia. A ditadura se impõe, insidiosa ou descarada, sobre a ignorância onde é mantida a maioria. O resto é jogo de cena".


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