O objetivo de qualquer prática deve ser o treinamento da abertura, da plasticidade. Nossas práticas devem formar um corpo sempre pronto para múltiplas conexões, um coração terno e compassivo, uma mente livre de perspectivas, uma alma que abraça tudo e um espírito que não hesita, mantendo-se lúcido em meio a qualquer situação possível. Movemos-nos no mundo com esse corpo, com esse coração, com essa mente, com essa alma e com esse espírito. Todos integrados, cada um com sua virtude, cada um com sua potência, cada um como veículo de sabedoria e compaixão, fruto do amor que move simplesmente todas as galáxias. Tudo muito simples, sem esforço, como uma criança que brinca na praia, na areia da vida...
28 de maio de 2010


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